Para a BAND, 2018 é um ano de transformação e mudança de perfil do canal, para que toda a família possa assistir!

Recentemente o colunista do UOL, Flávio Ricco, realizou uma publicação em sua coluna, onde é revelado alguns planos da nova direção Artística e de Programação para a Band neste novo ano, que no mês de março, vai estrear uma nova programação, mais eclética, para abranger públicos mais variados.

Novo diretor artístico da BAND, o argentino Guillermo Pendino define bem os objetivos da emissora para a atual temporada: “será um ano de transformação”. Transformação esta por meio da montagem de uma grade diversificada de conteúdos e com um objetivo claro: “oferecer opções para toda a família”.

Pendino insiste na ideia de “família” como público alvo. Por aí é possível entender que atrações sensacionalistas com muita apelação e vulgaridades, feitas apenas para dar audiência, não terão vez nessa “Nova BAND”, que passou por uma série de mudanças nos seus bastidores recentemente, mexendo com cargos importantes.

Abriu mão de certos elementos da antiga e inchada esfera executiva, como Marcelo Mainardi(ex-comercial), o argentino Diego Guebel (ex-artístico), Marcelo Meira (ex-VP), entre outros, e realizou diversos cortes também na base, para reequilibrar as contas e garantir mais saúde financeira para o grupo de comunicação durante a crise econômica que o Brasil atravessa em diversos setores. Mas, agora, junta-se forças para lançar uma nova programação.

A estreia do Amaury Junior, no sábado (27), segundo Pendino, foi só o começo. O trajeto inclui a transmissão do carnaval em fevereiro e a estreia da Cátia Fonseca no mês seguinte.

De acordo com o executivo, ainda em março, haverá outras estreias. Nesse pacote, admite, que é planejado um programa “para o domingo”, conforme já comentado na coluna de Flávio Ricco, sob o comando de José Luiz Datena, já em tempo de formatação e também um projeto para as manhãs diárias, com Ana Paula Padrão.

 

Esse texto foi extraído da coluna de Flávio Ricco do UOL, mas foram necessárias uma série de “adaptações”, para expressar o real sentido dessa informação, uma vez que, como já é conhecido por muitos na internet, o referido colunista sempre acrescenta em suas notícias, a sua opinião, quando fala de televisão, por exemplo, criticar ferrenhamente algum feito de alguma emissora, que em seu gosto, não seja o seu canal favorito, mas quando o assunto é qualquer coisa que a Rede Globo faça, o colunista capricha nos elogios. Aliás esse tipo de parcialidade e falta de isenção, não é percebida com frequência no trabalho de outros colunistas como o Daniel Castro. Um exemplo: É raro, você, leitor, ver na coluna de Daniel Castro, um título ou manchete em tom extremamente sensacionalista, igual fazem alguns sites de quinta categoria sobre televisão, como: “RedeTV! trabalha para atropelar a Band em audiência ainda este ano“. Infelizmente não é possível esperar atitudes maduras de colunistas alienados e fanáticos por qualquer porcaria que a Globo produza. O máximo que é possível esperar de gente assim, é continuar disseminando alienação e fanatismo. É lamentável. Outra pérola comprovando a parcialidade do colunista apareceu quando, em sua coluna, ele disse que a TV Globo é a única emissora que é comandada apenas por profissionais e não por laços de hereditariedade ou por igrejas, sendo que todos sabem que no comando da Rede Globo, estão os filhos de Roberto Marinho. Infelizmente esse colunista ainda possui maneiras para descobrir e publicar, do jeito dele, informações de bastidores das emissoras, e, por isso, somos obrigados a divulgar a informação que veio dele, dando os devidos créditos (com uma crítica básica de brinde, é claro), mas, por sorte, existem outros colunistas de qualidade, como Ricardo Feltrin e Daniel Castro, que ainda conseguem trazer notícias de modo mais isento e imparcial (ao menos até o horário que essa publicação está sendo feita).

Mas apesar de tudo isso e, voltando ao que é importante de fato para essa publicação, é muito interessante e compreensível que a Band realize essa mudança de perfil do canal, porque, por ideias errôneas e descabidas de alguns ex executivos e ex diretores, por alguns anos, a emissora foi desenvolvendo uma programação com apenas um público cativo, que no caso é o masculino, por conta dos diversos programas de debate esportivo e com os eventos, como o futebol, que no caso eram re-comprados da Globo, sendo possível apenas transmitir os mesmos jogos que já estavam sendo exibidos pela emissora carioca. Com toda essa atenção voltada para o futebol, por parte da Band, outras áreas da programação ficaram deficitárias, e quando chegou a recessão, a emissora precisou abrir mão dos caros direitos de transmissão de futebol e assim, encontra-se com uma programação fraca, cheia de espaços ocupados por concessionários, que não despertam o interesse de outros públicos variados, além de deixarem a emissora pouco competitiva na audiência e comercialmente fraca, provocando o desinteresse de anunciantes. O que a Band, seus atuais executivos e diretores vão precisar ter, é paciência, porque por muito tempo a Band ficou refém de produtos e eventos do campo esportivo e dos direitos de transmissão de futebol. Então, aos poucos, a emissora precisa fazer os públicos mais variados voltarem a adquirir o hábito de sintonizar e dar uma chance para a Band, para ver outras atrações também, como entretenimento, linha de shows, comunicadores, programas de auditório, novelas entre outros. É um processo complexo e um pouco demorado, mas quando conquistado, trará bons frutos para a emissora, no campo de faturamento, força comercial e prestigio junto a um público eclético, porque essas coisas tratam-se de produções próprias do canal, e não de eventos ou produtos que dependam de direitos de exibição. E é daí que surge o entendimento de que o objetivo é conquistar “a família inteira” como público cativo, porque a emissora passa a produzir uma programação que poderá ser interessante para todos, e não “apenas” para o público masculino. Evidentemente a emissora não deve desprezar o prestígio que conquistou com o público de futebol, porém, quem entende de televisão comercial, sabe que é necessário haver uma programação eclética e variada, e não ser apenas “o canal do esporte”, mas sim “o canal de tudo”.

  • Algumas das opiniões colocadas aqui, podem expressar, ou não, as ideias de toda a equipe do Fã-Clube Band.